Governo do Distrito Federal
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20/04/22 às 13h43 - Atualizado em 2/05/22 às 9h33

Moradores e empreendedores agradecem ações no Parque do Tororó

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Lideranças comunitárias e empreendedores agradeceram a gestão do Instituto Brasília Ambiental, durante café da manhã nesta quarta-feira (20), pelas benfeitorias que tem sido realizadas no Parque Ecológico do Tororó. Há uma semana, a autarquia ambiental entregou aos frequentadores da Unidade de Conservação dois poços artesianos para abastecimento de água das guaritas existentes.

 

No encontro, o presidente do Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, reforçou o apoio que o órgão tem recebido dos moradores da região. “Estamos melhorando a infraestrutura do Parque Tororó e iremos criar novos equipamentos, inclusive internet. Por isso, a importância de contarmos com a comunidade”, completou.

 

A obra dos dois poços artesianos custou R$ 140 mil e foi realizada com recursos de compensação ambiental pela empresa Orime S.A, devida em decorrência da implantação do empreendimento denominado complexo urbanístico Aldeias do Cerrado. A ação contempla a perfuração e instalação dos poços tubulares, além da rede de ligação até as guaritas.

 

“Queremos agradecer muito esta parceria que tem ajudado moradores, empresários e, principalmente, quem frequenta o parque. O Brasília Ambiental está sempre contribuindo para melhorar a qualidade de vida do morador do Tororó”, disse a presidente da Associação dos Empreendedores do Tororó (Aetor), Maria José Feitosa.

 

Também marcaram presença no encontro: o secretário executivo, Thulio Moraes, a chefe de gabinete, Luciana de Carvalho, e a superintende de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), Rejane Pieratti, pelo Brasília Ambiental; além das lideranças Livino Silva Neto (Movimento Jardim Botânico), Elezar Volpato, Pastor João, Durmar Martins, Nésio Nani e Simone Salmana, entre outros.

 

Conservação – Administrado pelo Brasília Ambiental, o Parque Ecológico do Tororó é a primeira unidade instalada na região do Jardim Botânico/Papuda. Com 322,75 hectares, tem por objetivo conservar as amostras dos ecossistemas, proteger paisagens naturais e incentivar atividades de pesquisa, estudo e monitoramento ambiental.

 

O parque, que também protege os campos de murundu e as nascentes do Córrego Pau de Caixeta, conta com guaritas, quiosque e banheiros, além de coopervia para uso da população.

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