Governo do Distrito Federal
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23/02/18 às 21h54 - Atualizado em 26/02/18 às 11h50

Projeto voltado para as nascentes do Riacho Fundo recebe recursos do FAP

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“Em algum momento lá no futuro vamos conseguir usufruir de toda essa pesquisa, de todo o incremento de conhecimento que este tipo de ação vai possibilitar”. A declaração é do presidente do IBRAM, Aldo Fernandes, feita na tarde desta sexta-feira (23/2), no salão nobre do palácio do Buriti, durante solenidade de assinatura dos contratos de homologação de pesquisa na área de meio ambiente e sustentabilidade. Os contratos somam mais de R$ 1,5 milhão, dos quais R$ 83.450 são destinados ao projeto de levantamento e caracterização das nascentes localizadas na unidade hidrográfica do Riacho Fundo, desenvolvido pelas Gerências de Recursos Hídricos (GEREH) e Monitoramento da Qualidade Ambiental e Gestão de Recursos Hídricos (GEMON) do IBRAM. Os recursos são oriundos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF).

 

Ao assinar os contratos o governador, Rodrigo Rollemberg, ressaltou que é decisão do seu governo, desde o primeiro ano, garantir não apenas a regularidade dos recursos de financiamento para a ciência, tecnologia e inovação, mas a ampliação a cada ano desses recursos. “Garantimos com isso que Brasília possa cumprir sua vocação de ser um grande polo de ciência, tecnologia e inovação”, afirmou.

 

Para o secretário de meio Ambiente, Igor Tokarsk, a assinatura dos contratos foi a celebração de avanços importantes em relação à pesquisa, ciência, tecnologia e à inovação, permeando a agenda ambiental. “Temos a possibilidade de trazer a pesquisa para perto dos problemas ambientais. O que permite encontrarmos soluções bem fundamentadas e comprometidas com o desenvolvimento sustentável para balizar as nossas decisões políticas”, ressaltou, desejando sucesso aos pesquisadores.

 

O presidente da FAP-DF, Thiago Coelho, lembrou o discurso feito há 26 anos pela jovem Servern Suzuk, de 13 anos, durante a ECO-92, que disse: “Sou apenas uma criança e não tenho todas as soluções, mas quero que saibam, que vocês também não têm… Vocês não sabem como reparar os buracos na camada de ozônio… Vocês não sabem como salvar os peixes das águas poluídas… Vocês não podem ressuscitar os animais extintos… E vocês não podem recuperar as florestas que um dia existiram e onde hoje é um deserto…”. Esse discurso, segundo Thiago, trouxe a baila o debate de sustentabilidade. “Temos que agradecer a todos os pesquisadores e entidades executoras dos projetos pelo empenho em buscar essas soluções”, enfatizou.

 

O projeto do IBRAM que recebeu a destinação dos recursos faz parte do Programa Como Pode um Peixe Vivo, que tem o objetivo de recuperar as bacias hidrográficas do Distrito Federal, iniciando suas ações na região do Riacho Fundo. Conta com a parceria de mais de 20 órgãos do GDF e organizações sociais, e alerta principalmente para a crise hídrica que assola do DF.

 

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