Governo do Distrito Federal
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1/03/21 às 15h22 - Atualizado em 4/03/21 às 12h20

Parque Bernardo Sayão recebe plantio de 500 mudas

 

A chuva que caiu no início da manhã desta sexta-feira (26) preparou o solo do Parque Distrital Bernardo Sayão, no Lago Sul, para receber 500 mudas de árvores típicas do Cerrado, numa iniciativa do Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), apoiada pelo Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Caesb e Administração Regional do Lago Sul. Na unidade foram plantadas as espécies: araçá, mutamba, pajeú, angico e pombeiro, uma centena de cada.

 

Para o secretário-geral do Brasília Ambiental, Thúlio Moraes, a iniciativa do comitê de voluntariado é muito positiva para as Unidades de Conservação. “O cerrado é a nossa casa e os parques são da população do DF. O trabalho integrado entre órgãos públicos e a comunidade representa uma revolução extremamente positiva na gestão desses espaços”, apontou.

 

Morador da região, o deputado distrital Robério Negreiros parabenizou o voluntariado da Casa pela realização da terceira etapa do plantio de árvores nativas do bioma em parques do DF e ainda ao Ecolegis – Comitê Gestor da Sustentabilidade na CLDF, que busca promover a melhoria da gestão ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano da instituição.

O vice-presidente da CLDF, deputado Delmasso, também elogiou a parceria em benefício da sustentabilidade. “Estamos trabalhando para melhorar ainda mais o nosso meio ambiente”. Já o administrador do Lago Sul, Rubens Santoro, defendeu que “as pessoas buscam qualidade de vida”.

Em seguida, junto com habitantes da região em está situado o Parque Bernardo Sayão – uma área de 234 hectares, entre a QI 27 e 29 do Lago Sul e os condomínios Solar de Brasília e Estância Quintas da Alvorada –, as autoridades presentes plantaram mudas que ajudarão na consolidação da unidade ambiental.

Sensibilidade ambiental – O Parque Distrital Bernardo Sayão é um grande fragmento de Cerrado inserido na matriz urbana. Os estudos do plano de manejo da unidade apresentaram uma diversidade singular e considerável sensibilidade ambiental para a área que preserva importantes remanescentes de formações savânicas e campestres, além de conter as nascentes do córrego Rasgado, abarcando um pequeno trecho de mata de galeria.

*Com informações Brasília Ambiental/CLDF

 

A chuva que caiu no início da manhã da útima sexta-feira (26) preparou o solo do Parque Distrital Bernardo Sayão, no Lago Sul, para receber 500 mudas de árvores típicas do Cerrado, numa iniciativa do Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), apoiada pelo Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Caesb e Administração Regional do Lago Sul. Na unidade foram plantadas as espécies: araçá, mutamba, pajeú, angico e pombeiro, uma centena de cada.

 

Para o secretário-geral do Brasília Ambiental, Thúlio Moraes, a iniciativa do comitê de voluntariado é muito positiva para as Unidades de Conservação. “O Cerrado é a nossa casa e os parques são da população do DF. O trabalho integrado entre órgãos públicos e a comunidade representa uma revolução extremamente positiva na gestão desses espaços”, apontou.

 

Morador da região, o deputado distrital Robério Negreiros parabenizou o voluntariado da Casa pela realização da terceira etapa do plantio de árvores nativas do bioma em parques do DF e ainda ao Ecolegis – Comitê Gestor da Sustentabilidade na CLDF, que busca promover a melhoria da gestão ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano da instituição.

 

O vice-presidente da CLDF, deputado Delmasso, também elogiou a parceria em benefício da sustentabilidade. “Estamos trabalhando para melhorar ainda mais o nosso meio ambiente”. Já o administrador do Lago Sul, Rubens Santoro, defendeu que “as pessoas buscam qualidade de vida”.

 

Em seguida, junto com habitantes da região em está situado o Parque Bernardo Sayão – uma área de 234 hectares, entre a QI 27 e 29 do Lago Sul e os condomínios Solar de Brasília e Estância Quintas da Alvorada –, as autoridades presentes plantaram mudas que ajudarão na consolidação da unidade ambiental.

 

Sensibilidade ambiental – O Parque Distrital Bernardo Sayão é um grande fragmento de Cerrado inserido na matriz urbana. Os estudos do plano de manejo da unidade apresentaram uma diversidade singular e considerável sensibilidade ambiental para a área que preserva importantes remanescentes de formações savânicas e campestres, além de conter as nascentes do córrego Rasgado, abarcando um pequeno trecho de mata de galeria.

*Com informações Brasília Ambiental/CLDF

 

 

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